Theo, meu filho,
Você ainda nem nasceu e eu já tenho tanto pra te falar... dizem que somente após o nascimento é que nos damos conta do amor que sentimos por um filho. Então eu me pergunto todos os dias em que lugar do meu coração pode caber ainda mais amor do que eu já sinto por você. Tão desejado e esperado, a notícia de que você existia dentro de mim foi a mais deliciosa das sensações, uma mistura de euforia, alegria, ansiedade. O amor que eu e seu pai sentimos um pelo outro foi concretizado, e você é a prova dele. É o amor em forma de vida. Agora, parada, sentindo você me dar seus chutinhos e se revirando na minha barriga, lembro a todo instante que você está aqui, tão junto de mim, tão cheio de vida!
Eu não sei como vai ser seu rostinho, mas pra mim você já parece um anjo;
Não sei como vai ser sua pele, mas já a sinto tão suave e macia junto ao meu corpo;
Não sei como vai ser sua voz quando começar a falar, mas já te ouço me chamando de mãe com tanto carinho;
Não sei como vai ser seu sorriso, mas farei de tudo para vê-lo em seu rosto por todos os dias de minha vida;
Não sei como vão ser seus olhos, mas quero que brilhem sempre, como brilharam os meus quando soube que você estava a caminho;
Não sei como serão nossos dias, mas sei que os meus terão muito mais graça;
O que sei é que já te amo mais que tudo nessa vida. E que estou te esperando com todo amor do mundo, pode chegar que seu lugar está reservado no meu coração.
Mamãe
quinta-feira, 24 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Para refletir
Ser Mãe
Nós estamos sentadas almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em ”começar uma família”.
- “Nós estamos fazendo uma pesquisa”, ela diz, meio de brincadeira. “Você acha que eu deveria ter um bebê?”
- “Vai mudar a sua vida”, eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
- “Eu sei”, ela diz, “nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.”
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais “grávidos”. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?” Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor roupa, sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.
Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que
ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida -- não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer.
O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
- “Você jamais se arrependerá”, digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais, que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.
Nós estamos sentadas almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em ”começar uma família”.
- “Nós estamos fazendo uma pesquisa”, ela diz, meio de brincadeira. “Você acha que eu deveria ter um bebê?”
- “Vai mudar a sua vida”, eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
- “Eu sei”, ela diz, “nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.”
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais “grávidos”. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?” Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor roupa, sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.
Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que
ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida -- não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer.
O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
- “Você jamais se arrependerá”, digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais, que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
O maior susto da minha vida
Neste final de semana passamos por uma prova de fogo... um susto, um dia para esquecer, acho que o pior dia da minha vida... estávamos eu, minha irmã e minha mãe lá em casa no sábado à tarde, depois de um dia maravilhoso matando as saudades, passeando, almoçando... no dia anterior, a administradora do meu apartamento finalmente mandou um especialista para consertar o boiler, que não funcionava desde que a gente se mudou pra lá. Estávamos empolgadíssimos com a água quente que saía do chuveiro e das torneiras... Eis que no final da tarde, minha mãe dormindo no sofá da sala, Tarso trabalhando, eu e Quel de papo na minha cama, sentindo o Theo mexer, vendo revista de decoração... começamos a escutar um barulho de panela de pressão, três vezes mais alto, saindo do armário do boiler que fica no corredor... assustadas, nos trancamos no banheiro, mas na mesma hora percebemos que se aquilo explodisse nós duas ficaríamos presas dentro do apartamento... aí resolvemos sair correndo e passar em frente ao boiler antes que expodisse... tarde demais, já estava tudo alagado e não vimos, nós duas escorregamos e eu caí de frente, de barriga no chão... bati a perna na soleira da perna com muita força... nunca senti tanto medo na vida... medo de perder meu bebezinho, de que a pancada tivesse feito algum mal a ele... fomos para o hospital, fiz uma ultra e graças a Deus Theo estava bem, pulando, mexendo, a placenta estava íntegra, colo do útero também... tive que dar cinco pontos na perna, que ficou roxa do joelho até o pé, mas nem me importei com isso... o principal é que o Theo está bem, o susto passou, e agora está tudo bem.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
É um mexe mexe...
Queridos amigos,
Não abandonei o blog não, é que minha vida anda uma correria looouca... Acho que em 3 anos de empresa nunca viajei tanto como no último mês, pra lá e pra cá... mas pelo menos agora nunca viajo sozinha, estou sempre acompanha do meu Theo... que se mexe o tempo todo!!! Agora eu sinto não só os chutes, que ficaram mais fortes, mas ele se virando lá dentro, sinto os movimentos dele indo pra um lado e outro da barriga, pra cima e pra baixo... é muito gostoso!
Quase não tenho tirado fotos da barriga, e ando meio culpada por isso... mas vou tomar vergonha e recomeçar a tirar fotos, porque quero ter o registro dessa fase tão deliciosa da minha vida... todo mundo me paparicando, mil presentinhos para o Theo... obrigada, gente... eu amo e agradeço por ele cada lembrança, cada gentileza!
No último final de semana, faleceu o avô do Tarso, meu avô "postiço", que eu tanto amava e admirava. Um homem íntegro, do bem, que criou uma família enorme com muito amor e carinho, e os frutos estão aí... Fico triste porque o Theo não vai poder conhecer pessoalmente os bisavós, mas farei questão de contar as histórias deles e ensinar ao meu filho o que é uma família de verdade. Petrina e Fausto, aonde quer que vocês estejam, olhem por nós! Lembraremos para sempre de vocês, podem estar certos disso!
Algumas fotos do último mês...
No chá de bebê da Nanda, as três grávidas...
Nas pirâmides do México
Não abandonei o blog não, é que minha vida anda uma correria looouca... Acho que em 3 anos de empresa nunca viajei tanto como no último mês, pra lá e pra cá... mas pelo menos agora nunca viajo sozinha, estou sempre acompanha do meu Theo... que se mexe o tempo todo!!! Agora eu sinto não só os chutes, que ficaram mais fortes, mas ele se virando lá dentro, sinto os movimentos dele indo pra um lado e outro da barriga, pra cima e pra baixo... é muito gostoso!
Quase não tenho tirado fotos da barriga, e ando meio culpada por isso... mas vou tomar vergonha e recomeçar a tirar fotos, porque quero ter o registro dessa fase tão deliciosa da minha vida... todo mundo me paparicando, mil presentinhos para o Theo... obrigada, gente... eu amo e agradeço por ele cada lembrança, cada gentileza!
No último final de semana, faleceu o avô do Tarso, meu avô "postiço", que eu tanto amava e admirava. Um homem íntegro, do bem, que criou uma família enorme com muito amor e carinho, e os frutos estão aí... Fico triste porque o Theo não vai poder conhecer pessoalmente os bisavós, mas farei questão de contar as histórias deles e ensinar ao meu filho o que é uma família de verdade. Petrina e Fausto, aonde quer que vocês estejam, olhem por nós! Lembraremos para sempre de vocês, podem estar certos disso!
Algumas fotos do último mês...
No chá de bebê da Nanda, as três grávidas...
No aniversário da minha super honey baby Tchuga
Nas pirâmides do México
quinta-feira, 29 de maio de 2008
De volta
Oláaaaaaa!!!!!
Depois de longos dias sem dar as caras, estou de volta, e com excelentes notícias:
- A primeira, e mais importante, é que o Theo está ótimo! Estou entrando na 22ª semana de gravidez, e ontem foi dia de ultrasonografia morfológica. Está tudo perfetinho com o bebê, ele pesa quase meio quilo e mede cerca de 24 cm. Está sentadinho, com as perninhas cruzadas para cima, na frente do rostinho, e as mãos também na frente do rosto... Ou seja, mais tímido impossível! Foi difícil ver a carinha dele no 3D, mas de qualquer maneira o exame foi completo, deu para tirar todas as medidas e comprovar que ele está saudável e crescendo da maneira que tem que ser... tenho tanto orgulho de vc, meu filhinho!
- A segunda é que eu e Tarso viajamos para os EUA e compramos várias coisinhas pra ele: carrinho, cadeirinha de carro, mamadeiras, acessórios para o quarto, roupinhas, canguru... vale muito a pena comprar lá fora, pq tudo custa um terço do preço que pagamos aqui no Brasil. Agora estou empolgada para comprar os móveis e começar a ajeitar o cantinho do Theo...
- A terceira é que minha querida irmã e dinda do Theo está de mudança pra Floripa... Gustavo passou num concurso público e minha irmã se formou, então vão começar vida nova no lugar onde eles sempre sonharam em viver... eu aqui fico com o coração apertadinho de saudades, mas muito feliz pelo sonho realizado deles. Pelo menos vamos poder passar as férias no paraíso, uma vez por ano!
Depois vou postar fotos da viagem e da barriga... engraçado é que nos EUA a população é tão gordinha que as pessoas me perguntavam com quantos meses eu estava e quando respondia 5 elas falavam: jáaaaaaaaaaaaaaaaaa?? com essa barriguinha???? E eu me achando enorme!
Beijos, beijos
Depois de longos dias sem dar as caras, estou de volta, e com excelentes notícias:
- A primeira, e mais importante, é que o Theo está ótimo! Estou entrando na 22ª semana de gravidez, e ontem foi dia de ultrasonografia morfológica. Está tudo perfetinho com o bebê, ele pesa quase meio quilo e mede cerca de 24 cm. Está sentadinho, com as perninhas cruzadas para cima, na frente do rostinho, e as mãos também na frente do rosto... Ou seja, mais tímido impossível! Foi difícil ver a carinha dele no 3D, mas de qualquer maneira o exame foi completo, deu para tirar todas as medidas e comprovar que ele está saudável e crescendo da maneira que tem que ser... tenho tanto orgulho de vc, meu filhinho!
- A segunda é que eu e Tarso viajamos para os EUA e compramos várias coisinhas pra ele: carrinho, cadeirinha de carro, mamadeiras, acessórios para o quarto, roupinhas, canguru... vale muito a pena comprar lá fora, pq tudo custa um terço do preço que pagamos aqui no Brasil. Agora estou empolgada para comprar os móveis e começar a ajeitar o cantinho do Theo...
- A terceira é que minha querida irmã e dinda do Theo está de mudança pra Floripa... Gustavo passou num concurso público e minha irmã se formou, então vão começar vida nova no lugar onde eles sempre sonharam em viver... eu aqui fico com o coração apertadinho de saudades, mas muito feliz pelo sonho realizado deles. Pelo menos vamos poder passar as férias no paraíso, uma vez por ano!
Depois vou postar fotos da viagem e da barriga... engraçado é que nos EUA a população é tão gordinha que as pessoas me perguntavam com quantos meses eu estava e quando respondia 5 elas falavam: jáaaaaaaaaaaaaaaaaa?? com essa barriguinha???? E eu me achando enorme!
Beijos, beijos
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